desisto de tentar entender algumas coisas.
as vezes elas parecem tão banais, tão na cara e as pessoas não vêem por que não querem. deve ser algum tipo de medo, não sei. mas eu desisto....
i hope that this confusion does not last
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
limões
sobre asas de seda, refinadas e bem trabalhadas.
sobre rios de esperança e naves lotadas de alienação.
sobre chá mate e a cor dos seus olhos.
sobre tudo e todos.
afinal, limões são só limões, e nem sequer parecem melancias, pois limões são só limões.
sobre o que lava ou inunda a alma, sobre os dois.
sobre o amor e odio, sobre lagrimas e sorrisos.
sobre saber viver e viver por viver.
sobre os olhos que brilham na iumensidão do céu, e sobre o ontem q fez o hoje.
sobre tudo e todos...afinal é a vida.
e os limões continuam sendo limões e nada além.
sobre rios de esperança e naves lotadas de alienação.
sobre chá mate e a cor dos seus olhos.
sobre tudo e todos.
afinal, limões são só limões, e nem sequer parecem melancias, pois limões são só limões.
sobre o que lava ou inunda a alma, sobre os dois.
sobre o amor e odio, sobre lagrimas e sorrisos.
sobre saber viver e viver por viver.
sobre os olhos que brilham na iumensidão do céu, e sobre o ontem q fez o hoje.
sobre tudo e todos...afinal é a vida.
e os limões continuam sendo limões e nada além.
terça-feira, 16 de junho de 2009
blé
And I know its not to get away from me,
You just need a change of scenery
(...)
And I hope that this confusion does not last
You just need a change of scenery
(...)
And I hope that this confusion does not last
segunda-feira, 15 de junho de 2009
a nasa ainda não descobriu nada.
quanto mais o tempo passa, os suspiros aumentam, a falta da presença cresce, e o pensamento não obedece, não fica onde deve, voa, e traz consigo a saudade. em cartas de papel cartão, resumos de amizades, declarações de amor amigo. hoje, com a mudança de tudo isso, a esperança de que tudo isso vire uma coisa realmente concreta se transforma em borboletas, muitas, belas, vivas, voando de uma lado para o outro no estômago. a senssação é completamente indescritivel. mas sim, há uma insegurança em relação a tudo isso, afinal, ninguém realmente acredita que esse "leg" da natureza dê certo, afinal, eles são quase que completamente diferentes. mas, por algum motivo ele acredita que eles podem se aguentar. mesmo ele tendo milhões de motivos pra sentir ciúmes e ela milhões de motivos para ele realmente senti-lo. e ele com todas "suas" tietes causa um certo incomodo, não chegando a ser um ciumes concreto, pelo menos é isso que ele vê.
enquanto tudo isso acontece, a cabeça vai e volta, segredos e tudo que aconteceu as vezes o fazem abrir os olhos antes de dormir, perdendo por minutos o sono. mas ele se sente tão bem com a senssação de ter alguém em quem pensar antes de dormir. alguém em que ele dorme pensando. enquanto isso ele tenta prender seus pensamentos na caixa de madeira que ele guarda suas melhores lembranças. mas é difícil. ele não se importa, esta se sentindo bem.
enquanto tudo isso acontece, a cabeça vai e volta, segredos e tudo que aconteceu as vezes o fazem abrir os olhos antes de dormir, perdendo por minutos o sono. mas ele se sente tão bem com a senssação de ter alguém em quem pensar antes de dormir. alguém em que ele dorme pensando. enquanto isso ele tenta prender seus pensamentos na caixa de madeira que ele guarda suas melhores lembranças. mas é difícil. ele não se importa, esta se sentindo bem.
sábado, 13 de junho de 2009
3
foi um,a noite como outra qualquer, se revirtando, se debatendo. tendo como sonho, pesadelos horriveis, de imagens abstratas, suor, frio, agonia. ele ja até estava se acostumando com isso. ha um tempo atras, isso era rotina pra ele.
dessa vez ele dorme a noite toda e acorda ja atrasado para o trabalho. coloca sua calça marrom, seu all satar, pega seu maço de cigarros e sai apressado. trombando em varias pessoas de guarda-chuva, com casacos enorme, e capas de chuva molhadas. era um dia chuvoso e cinza. ele se vendo na rotina de todos os dias. nesse dia não deu tempo pro café, o cigarro molhado o deixava mais irritado. as pessoas nesses dias, parecem tão agitadas e egocentristas, se importando só com o que acontecerá consigo mesmas. essa cocnlusão ele tirou listando livros de alto ajuda na livraria mês passado.
chegando lá. pot incrivel que parecça,, tudo estava organizado. não haviam pilhas de livros, nem dezenas de bolinhas de papel amassado, muito menos copos descartáveis de café e papeis de bala de doce de leite em cima do balcão. ha via um bilhete para ele revisar a coluna h7, que parecia estar com a ordem alfabética desorganizada. sem vontade, ele pega a escada de rodinhas e desliza até a tal coluna. começou a arrumar os livros e por acaso, um, ja meio velho, sem muita cara de ser emocionante, caiu. nervoso ele desce pra apanha-lo. o livro estava aberto na pagina 72- numero com o qual ele tem uma sisma desde sua epoca de adolecencia- e com os dizeres na terceira página> " a p´ropria liberdade se constrói em seus próprios muros". ele fechou o livro, subiu as escadas e o enfileirou como qualquer outro. mas o nome, ja meio apagado, ficou na cabeça dele como cola: "olhares diferentes". passou.
no fim da tarde, quando ja se "arrumava" para voltar pra casa, lhe bateu a maior vontade de ler o tak livro. se segurou, ascendeu um cigarro e foi embora coma frase na cabeça. no mês, nada tinha lhe chamado mais a atenção do que aquela frase.
chegando no aparamento, se dirige a janela onde com um pedaçõ de papel, tenta explicar sua sisma com o numero 72 e aquela frase. o frio era cortante, pombos se acumulavam do outro lado da rua, carros e mais carros indo e vindo, ele se sentia perturbado com tudo aquilo, era uma coisa muito aleatoria em sua mente. em um dia tudo isso lhe da toda vontade de encher o peito e cotar pro mundo que esta bem, no outro, tenta expelir de qualquer forma essa senssação péssima de seu peito. quando vê, o lápis voando pela janela com o papel e o cinzeiro, ainda esboça uma reação de surpresa, mais ja não dava tempo de nada.
ja sem nada pra pensar, deita no sofá e liga a vitrola, no mesmo disco de sempre "till there's you" cantarolava o fim da muusica. com a mairo vontade de dormir e o menor sono, ele se esforça contando ate onde conseguia, pra de algum jeito pegar no sono. nada dava resultado no fim dauqele dia, a energia de tudo estava pesada e ele não queria tirar aquilo na marra. ee só pensa em ser quem era ha tres semanas atras. (continua)
dessa vez ele dorme a noite toda e acorda ja atrasado para o trabalho. coloca sua calça marrom, seu all satar, pega seu maço de cigarros e sai apressado. trombando em varias pessoas de guarda-chuva, com casacos enorme, e capas de chuva molhadas. era um dia chuvoso e cinza. ele se vendo na rotina de todos os dias. nesse dia não deu tempo pro café, o cigarro molhado o deixava mais irritado. as pessoas nesses dias, parecem tão agitadas e egocentristas, se importando só com o que acontecerá consigo mesmas. essa cocnlusão ele tirou listando livros de alto ajuda na livraria mês passado.
chegando lá. pot incrivel que parecça,, tudo estava organizado. não haviam pilhas de livros, nem dezenas de bolinhas de papel amassado, muito menos copos descartáveis de café e papeis de bala de doce de leite em cima do balcão. ha via um bilhete para ele revisar a coluna h7, que parecia estar com a ordem alfabética desorganizada. sem vontade, ele pega a escada de rodinhas e desliza até a tal coluna. começou a arrumar os livros e por acaso, um, ja meio velho, sem muita cara de ser emocionante, caiu. nervoso ele desce pra apanha-lo. o livro estava aberto na pagina 72- numero com o qual ele tem uma sisma desde sua epoca de adolecencia- e com os dizeres na terceira página> " a p´ropria liberdade se constrói em seus próprios muros". ele fechou o livro, subiu as escadas e o enfileirou como qualquer outro. mas o nome, ja meio apagado, ficou na cabeça dele como cola: "olhares diferentes". passou.
no fim da tarde, quando ja se "arrumava" para voltar pra casa, lhe bateu a maior vontade de ler o tak livro. se segurou, ascendeu um cigarro e foi embora coma frase na cabeça. no mês, nada tinha lhe chamado mais a atenção do que aquela frase.
chegando no aparamento, se dirige a janela onde com um pedaçõ de papel, tenta explicar sua sisma com o numero 72 e aquela frase. o frio era cortante, pombos se acumulavam do outro lado da rua, carros e mais carros indo e vindo, ele se sentia perturbado com tudo aquilo, era uma coisa muito aleatoria em sua mente. em um dia tudo isso lhe da toda vontade de encher o peito e cotar pro mundo que esta bem, no outro, tenta expelir de qualquer forma essa senssação péssima de seu peito. quando vê, o lápis voando pela janela com o papel e o cinzeiro, ainda esboça uma reação de surpresa, mais ja não dava tempo de nada.
ja sem nada pra pensar, deita no sofá e liga a vitrola, no mesmo disco de sempre "till there's you" cantarolava o fim da muusica. com a mairo vontade de dormir e o menor sono, ele se esforça contando ate onde conseguia, pra de algum jeito pegar no sono. nada dava resultado no fim dauqele dia, a energia de tudo estava pesada e ele não queria tirar aquilo na marra. ee só pensa em ser quem era ha tres semanas atras. (continua)
sexta-feira, 12 de junho de 2009
jkasljk
dois pássaros, em sua janela, não te dizem muita coisa, e todas as nuvens em volta, parecendo que dançam na sua frente não costumam dizer nada pra você, mas tudo tem um significado lógico, perdido no ar, escondido atras de olhares ou de suspiros, de palavras no vento, de abraços ternos. tudo pode ser tudo e isso torna a vida mais excitante, te fazendo descobrir cada sentido das coisas. mas se você bate na mesma tecla varias vezes, o desgaste vem , e com ele o sentido de viver tambem. isso ate algum outro passaro pousar na sua janela e você encher seu olhos de lagrimas, só pela sua beleza. e você tentará pega-lo com todas as forças, é tudo mágico e escitante, mas se ele é mais rapido que você, a janela vira um abismo e você se vê caindo, sem parar, e sem parar, vendo a velocidade das coisas ao seu redor, e nenhuma vontade de toca-las ou vive-las. mas passa, tudo passa. nada é real.
Assinar:
Postagens (Atom)
